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O uso de cores em materiais digitais educacionais


Um esquema de cores consistente pode servir como ferramenta de navegação. As cores podem estabelecer o “tom” de um site, mais informal, mais alegre, ou mais elegante e formal, etc. Porém, cores também podem causar distração do objetivo principal. Use cores para agrupar ou relacionar informações e atrair atenção aonde você a quer. Não use cores arbitrariamente; “os usuários interpretam que as cores são importante ou estão relacionadas de alguma forma” (Howlet, 1996).

As pesquisas mostram que a maior parte dos estudantes prefere visuais coloridos do que aqueles em preto e branco. Porém, não há nenhuma diferença significativa na aprendizagem, a menos que cor seja um elemento essencial do conteúdo a ser aprendido. Por exemplo: quando alunos devem aprender a montar um circuito elétrico com diferentes fios coloridos, nesse caso a presença de cores é essencial. (Heinich, Molenda & Russel, 1989).

Estudantes daltônicos percebem as cores e os contrastes de forma diferente. Esta diferença pode tornar o uso desse recurso inútil para esses usuários. Atenção também para a diferença técnica entre os monitores, uma determinada cor que parece boa no seu monitor pode parecer horrível num outro. Seja qual for o seu uso de cores, certifique-se que ele reforça a proposta educacional e não se torna uma distração.

Blindtube


UM YOU TUBE PARA QUEM NÃO PODE ENXERGAR

Um You Tube voltado para o público deficiente visual. Essa é a descrição “seca” do BlindTube, portal pioneiro no mundo que apresenta vídeos adaptados para surdos e cegos, com legendagem e audiodescrição. Mas o projeto vai além, ao dar oportunidade de acesso ao novo mundo multimídia a pessoas que, a princípio, não estão na alça da mira dos serviços da Internet.

A grande sacada do BlindTube é a inserção do recurso da audiodescrição como forma de “visualização” dos vídeos para aqueles que não o podem fazer de forma convencional. No BlindTube, basta clicar nos filmes para, além do áudio dos atores,o usuário ter acesso a uma descrição das cenas, num trabalho de incentivo à imaginação de quem não pode enxergar os filmes. Mesmo sem o som das conversas, dá para saber o que acontece e, aí sim, apreender o contexto da história.

A audiodescrição aproveita silêncios e lacunas dos diálogos para que o narrador descreva o ambiente, o que acontece na cena, ou seja, tudo que é visual mas que só pelo diálogo não é possível compreender, explica a produtora Lara pozzobon, uma das criadoras do BlindTube.

Por falta de patrocínio, o site está em versão experimental, mas já oferece gratuitamente oito filmes com audiodescrição. A idéia é publicar um novo a cada 15 dias.

Segundo Lara, há no Brasil um público de 18 milhões de pessoas à margem do universo multimídia. São cidadãos com graus de deficiência visual variado – de cegos”totais”, passando por todas as divisões “subnormais”, a usuários com baixa visão.

Construímos o site de forma que ele possa ser acessado pelo teclado. Assim quem tem paralisia cerebral, é tetraplégico ou tenha alguma espécie de limitação motora pode acessá-lo diz Lara.

Dentre os filmes disponíveis está o curta-metragem “Cão Guia, de 1999”, o mascote do site. Ele foi um dos primeiros no país a usar a audiodescrição.

Ref.: Globo digital
24/11/2008

BrainGate


Esta equipe diversificada e colaborativa cria e testa os dispositivos que estão inaugurando uma nova era de neurotecnologias. A equipe de BrainGate tem mostrado que os sinais neurais associadas com a intenção de mover um membro pode ser “descodificado” por um computador em tempo real, e utilizado para operar dispositivos externos. Este sistema experimental, chamado BrainGate (Atenção: Dispositivo de investigação. Limitada pela Lei Federal para uso em investigação.) Permitiu que as pessoas com lesão medular, acidente vascular encefálico, e ALS para controlar um cursor de computador simplesmente pelo pensamento sobre o movimento de sua própria mão paralisada .

A equipe de investigação BrainGate inclui neurologistas, neurocientistas, engenheiros, cientistas da computação, neurocirurgiões, matemáticos, pesquisadores e outros – tudo centrado no desenvolvimento de tecnologias para restaurar a comunicação, mobilidade e independência das pessoas com doença neurológica, lesão ou perda do membro.

A pesquisa atual está focada não somente em melhorar a capacidade de operar um computador, mas também na prestação de pessoas com esclerose lateral amiotrófica, lesão da medula espinhal, e curso de controle, de confiança constante ao longo do seu ambiente. A tecnologia pode vir a dar “controle” natural mais avançada próteses, proporciona às pessoas com paralisia controle sobre o movimento de apoio poderoso e dispositivos de comunicação, e, eventualmente, permitir que naturalmente controle os movimentos de membros paralisados. Além disso, estamos desenvolvendo uma nova geração de tecnologias wireless médica que será capaz de gravar e monitorar a atividade neural para ajudar no diagnóstico e tratamento de doenças neurológicas.

Mais informações: http://www.braingate2.org/communication.asp

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